A comunicação médica nas redes sociais é permitida — e pode, sim, ser estratégica — desde que respeite as diretrizes éticas da profissão. O problema não é estar presente digitalmente, mas comunicar de forma que coloque em risco o registro profissional ou a confiança do paciente.
De forma geral, vale evitar promessas de resultado, comparações entre profissionais, exposição de pacientes sem consentimento e qualquer conteúdo que aproxime a comunicação médica de publicidade comercial tradicional.
Por outro lado, é plenamente possível — e recomendado — compartilhar conteúdo educativo, humanizar o atendimento, mostrar bastidores éticos do consultório e construir uma bio clara sobre especialidade e formação.
Cada especialidade tem particularidades, por isso a análise ética faz parte de todo diagnóstico do Método EL — as orientações são sempre personalizadas para a sua realidade.
Entenda por que aparecer mais nem sempre significa comunicar melhor — e como construir percepção sem se expor além do necessário.
Ler artigo →Como Google, Instagram e o próprio site do consultório já influenciam a decisão do paciente muito antes do primeiro contato.
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